Moda, consumo e ressignificados

Vivemos em um cenário incomum. Diante de uma pandemia, e mediante uma mudança tão radical de hábitos, rotina e consumo, acabamos nos questionando sobre os modelos que seguimos e o reflexo dos mesmos nas nossas vidas e no mundo que compartilhamos.

Um acontecimento dessa magnitude mexe em toda estrutura econômica e social que conhecemos. Tendo a moda como exemplo, vimos o efeito dominó começar pelo fim das temporadas de moda, o fechamento total do comércio devido ao isolamento social, a volta das lojas com atendimento restringido, e agora temos uma indústria inteira buscando novas formas de se comunicar.

No Brasil, o setor fashion, assim como a grande parte das empresas de pequeno porte, possui características que agravam ainda mais os impactos gerados, seja pela concorrência acirrada, seja por um financeiro fragilizado.

As empresas precisam mostrar-se necessárias, tendo valores, diferenciais, e propósitos muito maiores do que apenas oferta e demanda, indo muito além da estética do que pode ser considerado efêmero, transformando a conexão empresa e cliente cada vez mais verdadeira através do ato real de se importar com o que faz, oferece e entrega.

Em uma ótica realista, conclui-se que muitas empresas vão fechar as portas e as que se mantiverem no mercado terão que reinventar-se de forma relevante se quiserem continuar tendo seu espaço. Essas mudanças já são debatidas há muito tempo, justamente pelo fato de seguirmos um modelo de consumo insustentável, altamente agressivo e prejudicial, e agora as mesmas chegam impondo tanto para empresas quanto para consumidores uma troca de postura significativa.

Uma vez que o público se mostra cada vez mais exigente, cauteloso e engajado em causas sociais, como o cuidado com o meio ambiente, é possível que percebamos o indivíduo mais introspectivo, refletindo sobre os pesos do “ser” e do “ter” em uma sociedade que exige reformulações. O autoconhecimento mostra-se como um pilar essencial para a nova estrutura econômica da moda, tendo em vista que conduz de forma original e assertiva os hábitos de consumo, diferentemente do que vemos nos inconsequentes ditames do fast fashion.

Em um contexto onde tudo que é habitual é questionado, devemos rever nossos hábitos. Reconhecermos que a forma como vivemos e consumimos é insustentável é o primeiro passo para que realizemos o quanto esses preceitos atingem de uma forma tão injusta tudo que tem realmente valor ao nosso redor.

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AS MARCAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO

Você tem ideia quais são as marcas mais valiosas do mundo, no mercado da moda e vestuário?

De acordo com o informe anual, a NIKE lidera o ranking – segundo ano consecutivo – ficando à frente de grandes marcas da moda.

Confira as top 10 do ranking mundial:

  1. Nike
  2. Gucci
  3. Adidas
  4. Louis Vuitton
  5. Cartier
  6. Zara
  7. H&M
  8. Channel
  9. Uniqlo
  10. Hermes

Quer saber mais, acesse o ranking completo clicando aqui.

Na categoria de MARCAS DE LUXO, Louis Vuitton liderou em 2019.

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guia do sutiã

Qual o tipo ideal pra você?

O sutiã ideal deve acomodar os seios integralmente, sem deixar nenhuma parte de fora. O peito deve ficar centralizado no bojo, sem apertar as laterais dos seios. A sustentação da taça deve ficar no meio das costas, ou seja, nem na parte de cima e nem muito para baixo.

DICA: Use os reguladores para ajustar o tamanho.

MEIA TAÇA: seios pequenos e médios, mas não quer aumentar o volume da região. Possui um bojo leve e proporciona efeito natural.

BALCONET: seios pequenos e médios, com o objetivo de valorizar o volume da região. O bojo e o modelo levantam os seios, dando ilusão de que são maiores. IDEAL PARA DECOTES QUADRADOS.

TRIÂNGULO(RENDA): seios médios. As alças são mais grossas e não possuem aros. Muito confortável, não marca a roupa.

CAMISETE (RENDA): seios flácidos, grandes ou separados. Sustentação máxima, pois segura parte do abdômen. O bojo pode ser reforçado ou simples.

TOMARA QUE CAIA: seios pequenos.Tem bojo em toda a extensão, deixando os seios unidos e levantados. Utilize com vestidos que não possuem alças e tops ou blusas de alças finas.

FRENTE ÚNICA: seios grandes ficam seguros com este modelo – seu bojo é mais fino e o aro mais firme. Ideal para roupas frente única ou para quem não quer deixar as costas marcadas.

PUSH UP: seios pequenos.Tem bojo ao redor dos seios e mais um interno. Ideal pra quem quer dar um up nos seios utilizando decotes.

NADADOR: seios separados. Deixa os seios firmes e é usado com roupas cavadas.

TAÇA C: seios grandes.Tem mais profundidade, aros fortes e não possui enchimento.

Usar a lingerie certa, pode dar melhor caimento à roupa e até a dar o volume certo aos seios.

Saber escolher as roupas íntimas pode ser um truque e tanto para o look.

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